III Jornadas da Cidadania

8 Out, 2017

Durante os dias 20, 21 e 22 de Setembro de 2017, as III Jornadas da Cidadania reuniram no salão paroquial Cónego Manuel das Neves, em Luanda, mais de 250 pessoas numa reflexão conjunta sobre os Direitos Humanos e a Cidadania em Angola.

As III Jornadas da Cidadania realizaram-se no âmbito das comemorações dos 20 anos do Mosaiko ao serviço dos Direitos Humanos em Angola. O principal objetivo foi refletir, numa abordagem contextualizada, sobre questões referentes à problemática dos Direitos Humanos, aos avanços, recuos e perspetivas do exercício da cidadania em Angola. Para além dos painéis temáticos, houve também tempo para o teatro. Três grupos de teatro – ALÉM-MAR, ATUCAN e ETU-TWEZA – competiram em palco no concurso Direitos Humanos com as suas peças e inspiraram o público presente.

Dia 20 de setembro, Ana Celeste Januário, diretora nacional dos Direitos Humanos em Angola, e os juristas e investigadores Nelson Pestana e António Ventura, abordaram a situação dos Direitos Humanos em Angola. Dia 21, a professora Cesaltina Abreu e a ativista Alexandra Simeão falaram da cidadania em Angola, segundo um agir local para uma mudança social. No último dia do encontro, o Mosaiko falou dos desafios de ontem, hoje e amanhã, radiografados pelos freis José Sebastião, Mário Rui e pelo antigo funcionário do Mosaiko, Paulo Máquina.

Em paralelo, o pátio das Irmãs de São José de Cluny, no São Paulo, acolheu a exposição de 20 fotografias de 12 concorrentes do concurso “Direitos Humanos numa Imagem”, organizado pelo Mosaiko. Houve ainda espaço para os participantes da III Jornadas da Cidadania deixarem as suas opiniões e recomendações para as próximas edições, bem como mensagens de felicitação pelos 20 anos do Mosaiko ao serviço dos Direitos Humanos em Angola.

A FEC – Fundação Fé e Cooperação é parceira do Mosaiko – Instituto para a Cidadania no âmbito do projeto Promoção dos Direitos Humanos em Angola, que visa contribuir para melhorar o respeito e o exercício dos direitos e deveres na sociedade angolana através do fortalecimento da cultura democrática, com o financiamento do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, I.P. e Misereor.

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