#CoerênciaNaPresidência
Estamos de volta!
Nas vésperas de Portugal assumir a Presidência do Concelho da União Europeia torna-se imperativo dar destaque ao papel que os atores do desenvolvimento podem ter na promoção de um processo de desenvolvimento que se quer sustentável, digno e coerente. Esta foi a premissa que levou a FEC, o IMVF e a rede europeia CIDSE a lançarem o projeto #Coerência na Presidência – Advocacia pelo Desenvolvimento Global, financiado pelo Instituto Camões, I.P.
Porquê?
Ao abordarmos a Coerência das Políticas para o Desenvolvimento (CPD) como motor de dignidade e sustentabilidade iremos debruçar-nos, inevitavelmente, na promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que, aliás, apontam a CPD como questão sistémica a ter em conta na condução e alcance da Nova Agenda de Desenvolvimento.
Como motor de Desenvolvimento a CPD é, por definição, o caminho para assegurar a erradicação da pobreza. É um instrumento que, ao ser interpretado e reconhecido, será uma mais-valia para a promoção da Sustentabilidade.
Como?
É necessário que, através da educação para o desenvolvimento e cidadania global, consigamos despertar e desenvolver a consciência dos cidadãos, em particular a sua compreensão crítica das interdependências do mundo; que consigamos mobilizar os demais atores do desenvolvimento para uma mudança de comportamentos e estilos de vida e que consigamos apoiar e promover um amplo debate glocal sobre a erradicação da pobreza e promoção da justiça social numa matriz de Direitos Humanos.
Para quê?
Um mundo mais justo, mais digno e mais sustentável só será possível quando forem claramente percecionadas, entendidas e aplicadas políticas coerentes e justas, que têm por base a reflexão critica e o entendimento crítico das interdependências glocais.
Porque o Desenvolvimento é uma responsabilidade partilhada. Qual vai ser o seu papel?
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